Resenha - Me Liga




E se você pudesse aconselhar você mesmo no passado, pra não cometer nenhum erro? Devorah fez isso.


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Me Liga
Gimme a Call
Sarah Mlynowski




Galera Record
320
Física




Sinopse

Aos 17 anos, a vida de Devi está de pernas pro ar. Depois de começar a namorar Bryan, negligenciou as amigas, os estudos e, depois que ele terminou com ela, está sem nada: sem perspectiva de uma boa faculdade, sem mais amigas, sem namorado. Se ela pudesse bater um papo com a Devi do passado... O que, após um incidente estranho com seu celular, é exatamente o que pode fazer! Agora que só consegue ligar para a Devi de 14 anos, parece que é finalmente a sua chance de consertar a própria vida. Ela tem o passado – ou melhor, o futuro – nas mãos. É só dar um telefonema.


Resumo

Devorah Banks acabou deixando seu celular cair no chafariz que fica em frente ao seu emprego de verão. Enquanto enrolava a barra da calça pra conseguir resgatá-lo, as várias moedas lá no fundo do monumento chama sua atenção, como se aquele chafariz fosse uma espécie de poço de desejos. Ela bem que queria que fosse mesmo. Passou os últimos minutos antes de isso acontecer pensando no que diria a si mesma se pudesse voltar no tempo. Em sua lista de coisas que faria diferente se isso acontecesse, a principal era: nunca, jamais, se apaixonar por Bryan Sanderson.

Ela havia dedicado os últimos 3 anos exclusivamente ao namoro deles, e agora a única universidade em que se encaixava é a Stulen Estadual, que aceita qualquer um. Devi queria acreditar que tudo que viveu com ele valeu a pena, não só porque ele é um gatinho, mas também porque acabou ficando muito dependente dele. Mas não consegue ver a parte boa de tudo entre eles ter acabado.

Quando ela finalmente alcança o telefone, sabe que provavelmente ele nunca mais irá funcionar de novo. Mas mesmo assim, ela aperta em cada um dos botões, na esperança de ressuscitá-lo. Nada acontece. Até ela apertar no botão de fazer ligações, o que acaba dando a ela a oportunidade de falar de novo com ela mesma, de 14 anos. É claro que ela não acredita logo de cara que aquilo está acontecendo, mas quando consegue ter provas reais disso, tenta de todos os modos fazer sua outra versão acreditar nisso também.


Esta é a minha vida. Estas são as minhas decisões. Se há uma coisa que ela me ensinou é que ela tomou as decisões dela. Agora é a minha vez de tomar as minhas.


Aos poucos, Devi vai guiando sua outra versão. Fazendo-a de estudar muito, entrar em um monte de atividades extracurriculares e, principalmente, mantendo-a o mais longe possível do cara que quebrou seu coração em mil pedacinhos, ela percebe que cada decisão diferente, mesmo que não esteja totalmente consumada, consequentemente muda o rumo da sua vida. O que ela não sabia era que essa mudança nem sempre vai ser pra melhor.


Opinião

A história toda acaba sendo bem engraçada. Vemos os acontecimentos pela perspectiva das duas Devorahs, a de 14 e a de 17. Tenho que admitir que as duas acabam sendo bem imaturas no livro inteiro, e que as vezes eu ficava confusa com qual Devorah estava em foco. Mas é um livro bem legalzinho.


***


Quem aí também gosta desses livros que têm viagem no tempo? Conta pra gente!


[[camila]]

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